
Ao lado de mais uma vítima da cena hard-rock de Los Angeles, Rikki Rocket maquina seu plano diabólico. “Primeiro eu convido pro hotel…”, ele pensa.
É uma linda manhã de segunda-feira, e o baterista do Poison, Rikki Rocket foi preso hoje cedo, quando chegava ao aeroporto de Los Angeles, vindo da Nova Zelândia. Senhoras e senhores, isso suscita questões importantíssimas: 1. O Poison ainda existe (lançaram um disco em Junho de 2007); 2. A mídia ainda se importa o suficiente com eles para cobrir uma merda dessas. Sendo assim, aqui vamos nós:
R.R. foi preso por um incidente ocorrido ano passado em um certo Silver Star Casino, no estado do Mississippi. Rikki está em liberdade, aguardando a decisão do promotor público para saber se o caso irá a juri ou não.
Se eu fosse o Rikki Rocket, eu estupraria alguém diariamente, para aumentar minhas chances de aparecer na imprensa. Sem falar nas minhas chances de comer alguém. Em termos de estuprador, ainda fico com o Rick James que, pelo menos tinha groove. Além disso, todos sabem que é mais fácil gostar de um estuprador depois que ele já morreu. Pelo menos foi o que me ensinaram na cadeia.

